Registro Visual
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MJFL-2016-08-0089Baixar
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um grupo de 14 soldados dispostos em três fileiras, posando para a foto. Na imagem, é possível identificar que os soldados apresentam imobilizações nos braços e ombros. Estas imobilizações são talas que mantêm o braço em uma posição elevada e afastada do corpo e o cotovelo frequentemente flexionado. As talas parecem ser estruturas rígidas, possivelmente de metal ou madeira, fixadas ao corpo por faixas que cruzam o tronco e o ombro. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 3104", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Grupo de heridos de guerra con fractura del húmero y heridas articulares del hombro y codo por arma de fuego. Tratamiento mediante férula de abducción. En las parálisis del radial se inmovilizaba la muñeca en flexión dorsal. Ningún caso presentaba edema del dorso de la mano. Fotografía tomada en Bolzano el año 1917."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0089
Denominação
Título
Grupo de feridos de guerra (Figura 3104)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um grupo de 14 soldados dispostos em três fileiras, posando para a foto. Na imagem, é possível identificar que os soldados apresentam imobilizações nos braços e ombros. Estas imobilizações são talas que mantêm o braço em uma posição elevada e afastada do corpo e o cotovelo frequentemente flexionado. As talas parecem ser estruturas rígidas, possivelmente de metal ou madeira, fixadas ao corpo por faixas que cruzam o tronco e o ombro. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 3104", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Grupo de heridos de guerra con fractura del húmero y heridas articulares del hombro y codo por arma de fuego. Tratamiento mediante férula de abducción. En las parálisis del radial se inmovilizaba la muñeca en flexión dorsal. Ningún caso presentaba edema del dorso de la mano. Fotografía tomada en Bolzano el año 1917."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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