Registro Visual
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MJFL-2016-08-0067Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens que mostram duas peças de metal, dispostas lado a lado. A imagem da esquerda mostra duas peças de metal, uma delas é uma haste cilíndrica e reta, com uma base plana em cada extremidade, a outra peça é em forma de "U", com um pequeno encaixe em formato ce "C" em cada ponta. A imagem do lado direito mostra uma haste de metal em forma de "U" mais larga e robusta que a do lado esquerdo. A base do "U" é espessa e arredondada. As extremidades superiores da peça são planas e perpendiculares à haste, como se fossem bases para fixação. Abaixo das imagens possui as inscrições "Fig. 143" e "Fig. 143a", e logo abaixo a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 143: "Estribos ambulatorios, recto e incurvado convenientemente. Fig. 143a: "Estribo ambulatorio, de aluminio, que es permeable a los rayos Roentgen. La parte inferior está reforzada con una pieza de hierro que lleva un pedazo de goma (según Schneck)."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0067
Denominação
Título
Estribos ambulatórios (Figuras 143 e 143a)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens que mostram duas peças de metal, dispostas lado a lado. A imagem da esquerda mostra duas peças de metal, uma delas é uma haste cilíndrica e reta, com uma base plana em cada extremidade, a outra peça é em forma de "U", com um pequeno encaixe em formato ce "C" em cada ponta. A imagem do lado direito mostra uma haste de metal em forma de "U" mais larga e robusta que a do lado esquerdo. A base do "U" é espessa e arredondada. As extremidades superiores da peça são planas e perpendiculares à haste, como se fossem bases para fixação. Abaixo das imagens possui as inscrições "Fig. 143" e "Fig. 143a", e logo abaixo a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 143: "Estribos ambulatorios, recto e incurvado convenientemente.
Fig. 143a: "Estribo ambulatorio, de aluminio, que es permeable a los rayos Roentgen. La parte inferior está reforzada con una pieza de hierro que lleva un pedazo de goma (según Schneck)."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
Negativo de vidro
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Estribos
Na área de traumatologia e ortopedia, os estribos são geralmente utilizados para aplicar tração esquelética ou promover imobilização.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025. | VOLPON, José B. Ortopedia e Traumatologia. Ribeirão Preto: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP, 2010. Disponível em: . Acesso em: 06 nov. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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