Registro Visual
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MJFL-2016-08-0060Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens, lado a lado, que mostram um homem (paciente), sentado com o torso levemente inclinado para a frente e o braço esquerdo flexionado acima do joelho. A pessoa está usando um aparelho ortopédico no ombro e no braço, que é uma tala de abdução. Na imagem localizada à esquerda, o braço e o aparelho estão posicionados corretamente, em um ângulo de 40 graus à frente do plano frontal do corpo. Já na imagem da direita, o braço e o aparelho estão posicionados incorretamente, no plano frontal do corpo, ou seja, diretamente para o lado. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 692" e "Fig. 693", e logo abaixo, apresenta a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 692. Férula de abducción vista por encima y en posición correcta, es decir, 40º por delante del plano frontal. El músculo pectoral está relajado, por lo cual en las fracturas del húmero no tira el fragmento superior hacia delante. Fig. 693. Férula de abducción vista por encima y en posición incorrecta, es decir, en el plano frontal. El músculo pectoral está distendido, por lo cual en las fracturas del húmero tira el fragmento superior hacia delante, formando los fragmentos un ángulo abierto hacia atrás."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0060
Denominação
Título
Tala de abdução vista por cima e em posição correta (Figuras 692 e 693)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens, lado a lado, que mostram um homem (paciente), sentado com o torso levemente inclinado para a frente e o braço esquerdo flexionado acima do joelho. A pessoa está usando um aparelho ortopédico no ombro e no braço, que é uma tala de abdução. Na imagem localizada à esquerda, o braço e o aparelho estão posicionados corretamente, em um ângulo de 40 graus à frente do plano frontal do corpo. Já na imagem da direita, o braço e o aparelho estão posicionados incorretamente, no plano frontal do corpo, ou seja, diretamente para o lado. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 692" e "Fig. 693", e logo abaixo, apresenta a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 692. Férula de abducción vista por encima y en posición correcta, es decir, 40º por delante del plano frontal. El músculo pectoral está relajado, por lo cual en las fracturas del húmero no tira el fragmento superior hacia delante.
Fig. 693. Férula de abducción vista por encima y en posición incorrecta, es decir, en el plano frontal. El músculo pectoral está distendido, por lo cual en las fracturas del húmero tira el fragmento superior hacia delante, formando los fragmentos un ángulo abierto hacia atrás."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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