Registro Visual
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MJFL-2016-08-0039Baixar
Lâmina de vidro. No centro, exibe uma ilustração anatômica do esqueleto do quadril e fêmur, apresenta duas posições distintas do fêmur em relação à pelve. No lado esquerdo da imagem, há uma representação de um fêmur em uma posição vertical, rotulada com a letra "A". À direita dessa figura, o mesmo fêmur é mostrado em uma posição de abdução (afastado do corpo), indicado por linhas tracejadas e rotulado com a letra "B". A pelve, que se articula com o fêmur, é parcialmente visível na parte superior das ilustrações. No lado direito da imagem, há um diagrama simplificado de duas linhas verticais paralelas, rotuladas "A" e "B", com valores de comprimento indicados acima delas: "57 cm" para a linha "A" e "53 cm" para a linha "B". Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 2059" e, logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "La abducción del muslo aproxima el trocánter mayor a la pelvis, por lo que la distan entre la espina ilíaca ánterosuperior y l rótula es 4 cm. menor con el muslo en abducción de 40°, que con el misto en aducción."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0039
Denominação
Título
Posições distintas do fêmur em relação à pelve (Figura 2059)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. No centro, exibe uma ilustração anatômica do esqueleto do quadril e fêmur, apresenta duas posições distintas do fêmur em relação à pelve. No lado esquerdo da imagem, há uma representação de um fêmur em uma posição vertical, rotulada com a letra "A". À direita dessa figura, o mesmo fêmur é mostrado em uma posição de abdução (afastado do corpo), indicado por linhas tracejadas e rotulado com a letra "B". A pelve, que se articula com o fêmur, é parcialmente visível na parte superior das ilustrações. No lado direito da imagem, há um diagrama simplificado de duas linhas verticais paralelas, rotuladas "A" e "B", com valores de comprimento indicados acima delas: "57 cm" para a linha "A" e "53 cm" para a linha "B". Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 2059" e, logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"La abducción del muslo aproxima el trocánter mayor a la pelvis, por lo que la distan entre la espina ilíaca ánterosuperior y l rótula es 4 cm. menor con el muslo en abducción de 40°, que con el misto en aducción."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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