Registro Visual
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MJFL-2016-08-0026Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado que mostram um homem (paciente) de frente e de costas, com a perna engessada, apoiado em duas muletas. O gesso cobre toda a perna direita do paciente, que está levemente afastada, e se estende até o seu tronco. Abaixo de cada imagem, possui as inscrições "Fig. 2141" e "Fig. 2142" e, logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "FIGS. 2141 y 2124. Vendaje enyesado ambulatorio bien modelado, visto por delante y por detrás. Es de suma importancia el modelar bien entre el trocánter mayor y la cresta ilíaca para impedir que el fémur se pueda deslizar hacia arriba. La nalga está bien cubierta, no debiendo quedar demasiado al descubierto el lado fracturado, pues el borde del vendaje de yeso podria lesionar la piel (compárse con la figura 1639). En las fracturas diafisarias femorales se recorta el vendaje hasta la altura de las crestas ilíacas, con lo cual los lesionados pueden sentarse mejor.".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0026
Denominação
Título
Imobilização em gesso para fratura do fêmur (Figura 2141 e 2142)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado que mostram um homem (paciente) de frente e de costas, com a perna engessada, apoiado em duas muletas. O gesso cobre toda a perna direita do paciente, que está levemente afastada, e se estende até o seu tronco. Abaixo de cada imagem, possui as inscrições "Fig. 2141" e "Fig. 2142" e, logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"FIGS. 2141 y 2124. Vendaje enyesado ambulatorio bien modelado, visto por delante y por detrás. Es de suma importancia el modelar bien entre el trocánter mayor y la cresta ilíaca para impedir que el fémur se pueda deslizar hacia arriba. La nalga está bien cubierta, no debiendo quedar demasiado al descubierto el lado fracturado, pues el borde del vendaje de yeso podria lesionar la piel (compárse con la figura 1639). En las fracturas diafisarias femorales se recorta el vendaje hasta la altura de las crestas ilíacas, con lo cual los lesionados pueden sentarse mejor.".
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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