Registro Visual
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MJFL-2016-08-0018Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma única imagem que mostra uma sala hospitalar, com diversas camas simples. Todas estão alinhadas e, acima de cada cama, há uma estrutura de metal que parece ser um sistema de tração suspenso. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 3100" e, logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Sala preparada para recibir fracturados de la pierna. Los pies de las camas, idénticas a la representada en las figuras 99 y 100, están elevados 20 cm. Entre el colchón y el sommier se ha interpuesta una tabla de madera, a fin de que las férulas (fig. 111) puedan descansar completamente verticales. Cajón de madera para apoyar la pierna sana. Tres pesas metálicas de 1 kg. para cada cama. Fotografía tomada en el Unfallkrankenhaus de Viena el año 1910.".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0018
Denominação
Título
Fotografia tirada no Hospital de Acidentes de Viena no ano 1910 (Figura 3100)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma única imagem que mostra uma sala hospitalar, com diversas camas simples. Todas estão alinhadas e, acima de cada cama, há uma estrutura de metal que parece ser um sistema de tração suspenso. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 3100" e, logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Sala preparada para recibir fracturados de la pierna. Los pies de las camas, idénticas a la representada en las figuras 99 y 100, están elevados 20 cm. Entre el colchón y el sommier se ha interpuesta una tabla de madera, a fin de que las férulas (fig. 111) puedan descansar completamente verticales. Cajón de madera para apoyar la pierna sana. Tres pesas metálicas de 1 kg. para cada cama. Fotografía tomada en el Unfallkrankenhaus de Viena el año 1910.".
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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