Registro Visual
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MJFL-2016-08-0014Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma sequência de três ilustrações que mostram desenhos esquemáticos de pernas e pés humanos, alinhados horizontalmente. Cada desenho foca na estrutura óssea da tíbia e fíbula, além dos ossos do tornozelo e pé, representados por linhas mais grossas, enquanto os contornos gerais da perna e dos tecidos moles são indicados por linhas mais finas. Abaixo de cada imagem, possui as inscrições "Fig.2480", "Fig.2481" e "Fig. 2482", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 2480. Fractura espiroidea de los huesos de la pierna con posición de vulgus. Fig. 2481. Después de atravesar un clavo por el calcáneo, la fractura se redujo en el aparato de tracción a tornillo. Luego se atravesó la epífisis superior de la tibia con otro clavo de 15 cm. de longitud."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0014
Denominação
Título
Estrutura óssea da tíbia e fíbula (Figura 2480 / Figura 2481 / Figura 2482)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma sequência de três ilustrações que mostram desenhos esquemáticos de pernas e pés humanos, alinhados horizontalmente. Cada desenho foca na estrutura óssea da tíbia e fíbula, além dos ossos do tornozelo e pé, representados por linhas mais grossas, enquanto os contornos gerais da perna e dos tecidos moles são indicados por linhas mais finas. Abaixo de cada imagem, possui as inscrições "Fig.2480", "Fig.2481" e "Fig. 2482", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 2480. Fractura espiroidea de los huesos de la pierna con posición de vulgus.
Fig. 2481. Después de atravesar un clavo por el calcáneo, la fractura se redujo en el aparato de tracción a tornillo. Luego se atravesó la epífisis superior de la tibia con otro clavo de 15 cm. de longitud."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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