Registro Visual
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MJFL-2016-08-0004Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta duas imagens horizontais, lado a lado. Ambas mostram um homem deitado com uma perna levantada, utilizando um aparelho que parece ser um cavalete ou uma estrutura de metal para exercícios de reabilitação da articulação do joelho. Abaixo da imagem esquerda há a inscrição 'Fig. 1635' e abaixo da direita 'Fig. 1636', e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "FIGS. 1635 y 1636. Ejercicios de la articulación de la rodilla sobre el caballete para la gimnasia de esta articulación. Un lazo almohadillado abraza el extremo distal de la pierna y está unido a una cuerda resistente de cáñamo que lleva en el otro extremo una manija. Tirando de la cuerda se extiende la rodilla. Para vigorizar los músculos, el lesionado debe intentar levantar activamente la pierna, ayudándose únicamente un poco la mano. Al cabo de algunos días puede aumentarse la flexión, y si ésta ya no progresa más se coloca una bolsa de arena sobre la garganta del pie."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0004
Denominação
Título
Exercícios da articulação do joelho (Figura 1635 e 1636)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta duas imagens horizontais, lado a lado. Ambas mostram um homem deitado com uma perna levantada, utilizando um aparelho que parece ser um cavalete ou uma estrutura de metal para exercícios de reabilitação da articulação do joelho. Abaixo da imagem esquerda há a inscrição 'Fig. 1635' e abaixo da direita 'Fig. 1636', e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"FIGS. 1635 y 1636. Ejercicios de la articulación de la rodilla sobre el caballete para la gimnasia de esta articulación. Un lazo almohadillado abraza el extremo distal de la pierna y está unido a una cuerda resistente de cáñamo que lleva en el otro extremo una manija. Tirando de la cuerda se extiende la rodilla. Para vigorizar los músculos, el lesionado debe intentar levantar activamente la pierna, ayudándose únicamente un poco la mano. Al cabo de algunos días puede aumentarse la flexión, y si ésta ya no progresa más se coloca una bolsa de arena sobre la garganta del pie."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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