Registro Visual
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MJFL-2016-08-0078.001Baixar
Conjunto formado por uma caixa de papelão contendo 7 negativos de vidro. [MJFL-2016-08-0044.001] CAIXA Caixa de papelão de formato retangular com tampa. Na tampa, possui um adesivo contendo o rótulo da marca AGFA nas cores azul e laranja. Na lateral esquerda, possui a seguinte inscrição feita com caneta de coloração preta "II Organização hospitalar: aparelhos de tração para redução - tala". [MJFL-2016-08-0044.002] FERIMENTO NO BRAÇO (Fig. 203) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um braço estendido, com uma mão segurando o pulso para mostrar a parte interna do antebraço e do braço. Na área do braço, há um grande ferimento que parece ter dilacerado a pele e os tecidos. O ferimento é de cor escura, sugerindo hematomas, necrose ou sangramento. A pele ao redor está manchada e parece danificada. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 203". [MJFL-2016-08-0044.003] TRATAMENTO PARA FRATURA DA MANDÍBULA (Fig. 382 e 383) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado, e ambas mostram a mesma pessoa, um homem (paciente) com um tratamento médico aplicado no rosto e na cabeça. Na imagem da esquerda, o paciente está de frente com a cabeça enfaixada com o que parece ser um capacete de gesso. Também possui um tipo de tala sob o queixo, imobilizando a mandíbula da paciente. Na imagem da direta, o paciente é visto de perfil, exibindo uma visão lateral do tratamento. Próximo da orelha do paciente possui uma estrutura triangular, possivelmente de elástico, que segura o gesso preso a cabeça e na mandíbula do paciente. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 382" e "Fig. 383", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Figs. 382 y 383. Fractura del maxilar inferior con vendaje de yeso. Casco y fronda enyesados unidos entre sí y movibles mediante tracción elástica de goma." [MJFL-2016-08-0044.004] PROCEDIMENTO NO EXTREMO SUPERIOR DO ÚMERO (Fig. 739 e 740) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado. A imagem da esquerda mostra dois homens: um médico, vestido com uma túnica branca de manga curta, está em pé atrás de um paciente que está sentado e tem o braço esquerdo esticado, com o cotovelo dobrado, sendo segurado pelo médico. O médico usa o seu próprio braço, posicionado na axila do paciente, para aplicar força e fazer um movimento de alavanca. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 739" e "Fig. 740", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 739. Reducción de una fractura por abducción del extremo superior del húmero. El médico introduce su brazo desde delante en la axila del lesionado y acodamiento, y lo impulsa enérgicamente hacia fuera para vencer el acortamiento. Fig. 740. Reducción de la disyunción epifisaria del extremo superior del húmero. La diáfisis desviada hacia dentro y adelante es reducida mediante enérgica tracción longitudinal, sirviendo de punto de apoyo el talón colocando en la parte superior del hombro." [MJFL-2016-08-0044.005] COMPARAÇÃO DE CICATRIZAÇÃO (Fig. 189, 190 e 191) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de três imagens. As duas imagens da esquerda, uma abaixo da outra, mostram a cicatrização de um braço posicionado em diferentes posições. Na imagem da direita mostra o homem de perfil, com o braço esquerdo flexionado, exibindo a extensão do enxerto e a condição do braço. Abaixo das imagens possui as inscrições "Fig. 189", "Fig. 190" e "Fig. 191", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 189. Fotografia de comparación de la figura 188, diez semanas después. Capacidade de extensión del codo, 152°. El injerto de la piel abdominal en la muñeca ha prendido bien. Fig. 190. Fotografia de comparación de la figura 188, diez semanas después. En la parte dorsal del codo hay una cicatriz de 20 cm. de longitud por 8 cm. de anchura, originada por deslizamiento de la piel de este lugar para cubrir la herida cutánea anterior. En la porción superior del antebrazo falta una gran parte de los músculos flexores." [MJFL-2016-08-0044.006] CICATRIZAÇÃO DO FERIMENTO (Fig. 704) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente) deitado com o braço direito dobrado sobre o corpo, com a mão tocando o peito. Há uma cicatriz visível no braço, perto da axila, que parece ser resultado de uma cirurgia. Também é possível ver parte do abdômen e do peito do paciente. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 704". [MJFL-2016-08-0044.007] RASGO NO BRAÇO ESQUERDO (Fig. 188) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um braço com um extenso ferimento, com a pele e os tecidos expostos. A lesão parece ser resultado de um trauma severo, com a pele rasgada e a área da mão, punho e antebraço. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 188", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Desgarro del brazo izquierdo producido por una máquina cardadora. Desde la mitad del brazo hasta la muñeca falta en gran parte la piel de la cara anterior. En el codo los músculos están desgarrados y la articulación ampliamente abierta. Sobre la muñeca están denudados los tendones flexores deshilachados. La piel del dorso del pulgar falta y sus articulaciones matacarpofalángicas y la interfalángica están ampliamente abiertas." [MJFL-2016-08-0044.008] FERIMENTO NO BRAÇO DIREITO (Fig. 703) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente) deitado de perfil com o braço direito flexionado e levantado. O braço está sendo segurado por duas mãos próximo ao cotovelo do paciente que parece ter sofrido um ferimento grave, com a pele e o tecido expostos. O ferimento aparenta estar próximo a axila, onde possui um maior acúmulo de sangue. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 703".
Anexos
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MJFL-2016-08-0078.002
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MJFL-2016-08-0078.003
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Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0078.001
Denominação
Título
Caixa de negativos - Causas organização hospitalar I
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Conjunto formado por uma caixa de papelão contendo 7 negativos de vidro.
[MJFL-2016-08-0044.001] CAIXA
Caixa de papelão de formato retangular com tampa. Na tampa, possui um adesivo contendo o rótulo da marca AGFA nas cores azul e laranja. Na lateral esquerda, possui a seguinte inscrição feita com caneta de coloração preta "II Organização hospitalar: aparelhos de tração para redução - tala".
[MJFL-2016-08-0044.002] FERIMENTO NO BRAÇO (Fig. 203)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um braço estendido, com uma mão segurando o pulso para mostrar a parte interna do antebraço e do braço. Na área do braço, há um grande ferimento que parece ter dilacerado a pele e os tecidos. O ferimento é de cor escura, sugerindo hematomas, necrose ou sangramento. A pele ao redor está manchada e parece danificada. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 203".
[MJFL-2016-08-0044.003] TRATAMENTO PARA FRATURA DA MANDÍBULA (Fig. 382 e 383)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado, e ambas mostram a mesma pessoa, um homem (paciente) com um tratamento médico aplicado no rosto e na cabeça. Na imagem da esquerda, o paciente está de frente com a cabeça enfaixada com o que parece ser um capacete de gesso. Também possui um tipo de tala sob o queixo, imobilizando a mandíbula da paciente. Na imagem da direta, o paciente é visto de perfil, exibindo uma visão lateral do tratamento. Próximo da orelha do paciente possui uma estrutura triangular, possivelmente de elástico, que segura o gesso preso a cabeça e na mandíbula do paciente. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 382" e "Fig. 383", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Figs. 382 y 383. Fractura del maxilar inferior con vendaje de yeso. Casco y fronda enyesados unidos entre sí y movibles mediante tracción elástica de goma."
[MJFL-2016-08-0044.004] PROCEDIMENTO NO EXTREMO SUPERIOR DO ÚMERO (Fig. 739 e 740)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado. A imagem da esquerda mostra dois homens: um médico, vestido com uma túnica branca de manga curta, está em pé atrás de um paciente que está sentado e tem o braço esquerdo esticado, com o cotovelo dobrado, sendo segurado pelo médico. O médico usa o seu próprio braço, posicionado na axila do paciente, para aplicar força e fazer um movimento de alavanca. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 739" e "Fig. 740", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 739. Reducción de una fractura por abducción del extremo superior del húmero. El médico introduce su brazo desde delante en la axila del lesionado y acodamiento, y lo impulsa enérgicamente hacia fuera para vencer el acortamiento.
Fig. 740. Reducción de la disyunción epifisaria del extremo superior del húmero. La diáfisis desviada hacia dentro y adelante es reducida mediante enérgica tracción longitudinal, sirviendo de punto de apoyo el talón colocando en la parte superior del hombro."
[MJFL-2016-08-0044.005] COMPARAÇÃO DE CICATRIZAÇÃO (Fig. 189, 190 e 191)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de três imagens. As duas imagens da esquerda, uma abaixo da outra, mostram a cicatrização de um braço posicionado em diferentes posições. Na imagem da direita mostra o homem de perfil, com o braço esquerdo flexionado, exibindo a extensão do enxerto e a condição do braço. Abaixo das imagens possui as inscrições "Fig. 189", "Fig. 190" e "Fig. 191", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 189. Fotografia de comparación de la figura 188, diez semanas después. Capacidade de extensión del codo, 152°. El injerto de la piel abdominal en la muñeca ha prendido bien.
Fig. 190. Fotografia de comparación de la figura 188, diez semanas después. En la parte dorsal del codo hay una cicatriz de 20 cm. de longitud por 8 cm. de anchura, originada por deslizamiento de la piel de este lugar para cubrir la herida cutánea anterior. En la porción superior del antebrazo falta una gran parte de los músculos flexores."
[MJFL-2016-08-0044.006] CICATRIZAÇÃO DO FERIMENTO (Fig. 704)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente) deitado com o braço direito dobrado sobre o corpo, com a mão tocando o peito. Há uma cicatriz visível no braço, perto da axila, que parece ser resultado de uma cirurgia. Também é possível ver parte do abdômen e do peito do paciente. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 704".
[MJFL-2016-08-0044.007] RASGO NO BRAÇO ESQUERDO (Fig. 188)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um braço com um extenso ferimento, com a pele e os tecidos expostos. A lesão parece ser resultado de um trauma severo, com a pele rasgada e a área da mão, punho e antebraço. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 188", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Desgarro del brazo izquierdo producido por una máquina cardadora. Desde la mitad del brazo hasta la muñeca falta en gran parte la piel de la cara anterior. En el codo los músculos están desgarrados y la articulación ampliamente abierta. Sobre la muñeca están denudados los tendones flexores deshilachados. La piel del dorso del pulgar falta y sus articulaciones matacarpofalángicas y la interfalángica están ampliamente abiertas."
[MJFL-2016-08-0044.008] FERIMENTO NO BRAÇO DIREITO (Fig. 703)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente) deitado de perfil com o braço direito flexionado e levantado. O braço está sendo segurado por duas mãos próximo ao cotovelo do paciente que parece ter sofrido um ferimento grave, com a pele e o tecido expostos. O ferimento aparenta estar próximo a axila, onde possui um maior acúmulo de sangue. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 703".
Dimensões
Largura (cm)
13,30
Altura (cm)
2,50
Profundidade (cm)
9,70
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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