Registro Visual
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MJFL-2016-08-0088Baixar
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de duas imagens que mostram alguns instrumentos médicos utilizados para o tratamento ortopédico. Na imagem localizada à esquerda, é possível identificar quatro Pinos de Steinmann, utilizados para tração. Ao lado direito, a imagem mostra dois estribos de metal em forma de arco e um martelo cirúrgico. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 126" e "Fig. 127", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 126. Clavos de Steinmann de 4 mm. de calibre para la tracción corriente y armellas con tornillo excéntrico para la fijación del clavo al vendaje enyesado. Fig. 127. Estribos giratorios, grande y pequeño, para los clavos de Steinmann, y martillo. Se fabrican de dos tamaños."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0088
Denominação
Título
Aparelhos ortopédicos (Figura 126 e 127)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de duas imagens que mostram alguns instrumentos médicos utilizados para o tratamento ortopédico. Na imagem localizada à esquerda, é possível identificar quatro Pinos de Steinmann, utilizados para tração. Ao lado direito, a imagem mostra dois estribos de metal em forma de arco e um martelo cirúrgico. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 126" e "Fig. 127", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 126. Clavos de Steinmann de 4 mm. de calibre para la tracción corriente y armellas con tornillo excéntrico para la fijación del clavo al vendaje enyesado. Fig. 127. Estribos giratorios, grande y pequeño, para los clavos de Steinmann, y martillo. Se fabrican de dos tamaños."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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