Registro Visual
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MJFL-2016-08-0076Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de seis imagens que mostram diferentes etapas técnicas de imobilização de mão e punho utilizando ataduras e gesso. As imagens estão posicionadas em duas colunas contendo 3 fotos em cada uma. Abaixo da imagem possui a inscrição 'Fig. 1576 a -f', e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 1576 a y b. La férula dorsal enyesada de 20 cm. de ancho y 30 de longitud ha sido ya aplicada para inmovilizar una fractura de Bennet, Aquélla abraza el primer metacarpiano y la falange proximal del pulgar. La falange distal queda libre. El vendaje presenta una ligera depresión ondulada a la altura del foco de fractura. Esta depresión no debe ser demasiado profunda ni de bordes demasiado agudos. Se ha suprimido la venda de gasa que sirve para sujetar la férula enyesada, para que el tamaño y forma de esta última fuera bien visible."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0076
Denominação
Título
Férula engessada (Figura 1576 a-f)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de seis imagens que mostram diferentes etapas técnicas de imobilização de mão e punho utilizando ataduras e gesso. As imagens estão posicionadas em duas colunas contendo 3 fotos em cada uma. Abaixo da imagem possui a inscrição 'Fig. 1576 a -f', e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 1576 a y b. La férula dorsal enyesada de 20 cm. de ancho y 30 de longitud ha sido ya aplicada para inmovilizar una fractura de Bennet, Aquélla abraza el primer metacarpiano y la falange proximal del pulgar. La falange distal queda libre. El vendaje presenta una ligera depresión ondulada a la altura del foco de fractura. Esta depresión no debe ser demasiado profunda ni de bordes demasiado agudos. Se ha suprimido la venda de gasa que sirve para sujetar la férula enyesada, para que el tamaño y forma de esta última fuera bien visible."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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