Registro Visual
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MJFL-2016-08-0040Baixar
Lâmina de vidro. No centro, apresenta uma sequência de três imagens, uma abaixo da outra, que mostram um homem (paciente) deitado em uma cama. Nas três imagens, a perna esquerda do paciente permanece na mesma posição: está elevada por uma estrutura de metal, seu joelho está preso por pinos e está sendo sustentado por dois pesos. O que muda nas três imagens é a posição como o paciente está deitado: Foto superior: o paciente está com o tronco ligeiramente levantado, os braços estão flexionados, com as mãos segurando uma das alças do equipamento que esta acima da cama. Foto do meio: o paciente está com o tronco deitado na cama, sua cabeça e costas estão elevadas. Os braços estão estendidos para cima, segurando as alças do equipamento. Foto inferior: o paciente está completamente deitado de costas na cama, em uma posição de repouso. Abaixo de cada imagem possui as seguintes inscrições "Fig. 1665 b", "Fig. 1665 c" e "Fig. 1665 d".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0040
Denominação
Título
Posições do paciente (Figura 1665 b - 1665 c - 1665 d)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. No centro, apresenta uma sequência de três imagens, uma abaixo da outra, que mostram um homem (paciente) deitado em uma cama. Nas três imagens, a perna esquerda do paciente permanece na mesma posição: está elevada por uma estrutura de metal, seu joelho está preso por pinos e está sendo sustentado por dois pesos. O que muda nas três imagens é a posição como o paciente está deitado:
Foto superior: o paciente está com o tronco ligeiramente levantado, os braços estão flexionados, com as mãos segurando uma das alças do equipamento que esta acima da cama.
Foto do meio: o paciente está com o tronco deitado na cama, sua cabeça e costas estão elevadas. Os braços estão estendidos para cima, segurando as alças do equipamento.
Foto inferior: o paciente está completamente deitado de costas na cama, em uma posição de repouso.
Abaixo de cada imagem possui as seguintes inscrições "Fig. 1665 b", "Fig. 1665 c" e "Fig. 1665 d".
Dimensões
Largura (cm)
8,5
Altura (cm)
10
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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