Registro Visual
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MJFL-2016-08-0042Baixar
Lâmina de vidro. No centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente), deitado em uma cama. Sua perna direita está elevada por uma estrutura metálica. O joelho está perfurado por dois pinos que sustentam dois pesos. Abaixo da imagem possui a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 1666. Disposición de una fractura del fémur en la férula para el muslo. Elevación de 50 cm. de los pies de la cama. El pie sano se apoya contra un cajón de madera. Tablas de madera entre el colchón metálico y el de crin. De esta manera la cama queda perfectamente plena y la férula no puede moverse. Clavo a través de la tuberosidad de la tibia. Siendo el peso del lesionado 65kg., se afectúa la traccíon mediante 9 kg., lo que corresponde a la séptima parte de su peso. Suspensión del pie por 1 kg., aplicada sobre un vendaje de cola de zine, que envuelve el antepié. La cuerda para la traccíon pasa por la polea infecola de zine, que envuelve el antepié. La curda para la traccíon pasa por la polea inferior, algo por debajo del eje longitudinal del fémur."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0042
Denominação
Título
Posicionamento de uma fratura de fêmur na tala para a coxa (Figura 1666)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. No centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente), deitado em uma cama. Sua perna direita está elevada por uma estrutura metálica. O joelho está perfurado por dois pinos que sustentam dois pesos. Abaixo da imagem possui a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 1666. Disposición de una fractura del fémur en la férula para el muslo. Elevación de 50 cm. de los pies de la cama. El pie sano se apoya contra un cajón de madera. Tablas de madera entre el colchón metálico y el de crin. De esta manera la cama queda perfectamente plena y la férula no puede moverse. Clavo a través de la tuberosidad de la tibia. Siendo el peso del lesionado 65kg., se afectúa la traccíon mediante 9 kg., lo que corresponde a la séptima parte de su peso. Suspensión del pie por 1 kg., aplicada sobre un vendaje de cola de zine, que envuelve el antepié. La cuerda para la traccíon pasa por la polea infecola de zine, que envuelve el antepié. La curda para la traccíon pasa por la polea inferior, algo por debajo del eje longitudinal del fémur."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
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