Registro Visual
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MJFL-2016-08-0077Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um braço lesionado. O braço está em um plano vertical, com a mão visível na parte superior da imagem, enquanto o ferimento fica na parte inferior do antebraço, próximo ao cotovelo. A lesão é profunda e extensa, com a pele e o tecido do músculo aparentemente rasgados e dilacerados, expondo o que parece ser tecido muscular e ósseo. Ao redor da ferida, há uma substância que parece ser coágulos de sangue. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig.202".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0077
Denominação
Título
Lesão no braço (Figura 202)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um braço lesionado. O braço está em um plano vertical, com a mão visível na parte superior da imagem, enquanto o ferimento fica na parte inferior do antebraço, próximo ao cotovelo. A lesão é profunda e extensa, com a pele e o tecido do músculo aparentemente rasgados e dilacerados, expondo o que parece ser tecido muscular e ósseo. Ao redor da ferida, há uma substância que parece ser coágulos de sangue. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig.202".
Dimensões
Largura (cm)
8,5
Altura (cm)
10
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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