Registro Visual
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MJFL-2016-08-0023Baixar
Lâmina de vidro. No centro, apresenta uma sequência de três ilustrações do osso do fêmur articulado com a pelve (região do quadril) e parte da tíbia (osso da perna abaixo do joelho). Cada representação é identificada com uma letra, sendo respectivamente: A, B e C. A (imagem superior): A perna está em uma posição estendida, com a coxa relativamente reta em relação ao quadril. B (imagem do meio): A coxa e o joelho estão levemente flexionados, com o fêmur formando um ângulo em relação à pelve. Uma linha pontilhada indica uma medida ou relação entre os pontos. C (imagem inferior): A coxa e o joelho estão mais flexionados do que na imagem B, apresentando um ângulo mais agudo. Há também uma linha pontilhada similar à de B. Abaixo das ilustrações A, B e C, há algumas linhas horizontais com números, que parecem indicar medidas ou referências geométricas: "A = 48 cm", seguido por "B=45 cm" e "C=48 cm". Abaixo da ilustração, encontra-se a inscrição 'Fig. 2060'. Logo depois, a seguinte inscrição em espanhol aparece:" "Con la cadera flexionada y la rodilla extendida la distancia entre la espina ilíaca ántero-superior y la rótula es 3 cm, menor que con la cadera y la rodilla extendidas o con la cadera y la rodilla flexionadas el mismo grado."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0023
Denominação
Título
Ilustrações do osso do fêmur articulado com a pelve e parte da tíbia (Figura 2060)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. No centro, apresenta uma sequência de três ilustrações do osso do fêmur articulado com a pelve (região do quadril) e parte da tíbia (osso da perna abaixo do joelho). Cada representação é identificada com uma letra, sendo respectivamente: A, B e C.
A (imagem superior): A perna está em uma posição estendida, com a coxa relativamente reta em relação ao quadril.
B (imagem do meio): A coxa e o joelho estão levemente flexionados, com o fêmur formando um ângulo em relação à pelve. Uma linha pontilhada indica uma medida ou relação entre os pontos.
C (imagem inferior): A coxa e o joelho estão mais flexionados do que na imagem B, apresentando um ângulo mais agudo. Há também uma linha pontilhada similar à de B.
Abaixo das ilustrações A, B e C, há algumas linhas horizontais com números, que parecem indicar medidas ou referências geométricas: "A = 48 cm", seguido por "B=45 cm" e "C=48 cm". Abaixo da ilustração, encontra-se a inscrição 'Fig. 2060'. Logo depois, a seguinte inscrição em espanhol aparece:"
"Con la cadera flexionada y la rodilla extendida la distancia entre la espina ilíaca ántero-superior y la rótula es 3 cm, menor que con la cadera y la rodilla extendidas o con la cadera y la rodilla flexionadas el mismo grado."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
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