Registro Visual
-
MJFL-2016-08-0024Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente) deitado em uma cama hospitalar, sua perna esquerda está engessada e elevada por uma estrutura de metal, enquanto sua coxa está erguida por uma bandagem suspensa. Acima da cama possui uma estrutura de metal que serve de suporte para roldanas e pesos. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 2069", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fractura supracondílea del fémur con dislocación lírica romperse con la rosca gresilla de la biela 2071s. Para corregir la angulación y la desviación lateral, y después de no haber conseguido un resultado suficiente con el deslizamiento de la férula de Braun hacia arriba, especialmente, se eleva a nivel de la fractura una tracción hacia arriba, en sentido oblicuo, con ayuda de un tubo de género de punto bien almohadillado o una banda de hierro (Fig. 207). Con esta disposición del vendaje los fragmentos se afrontarán perfectamente. La cuerda de la tracción longitudinal transcurre algo por debajo de la prolongación del fragmento central. Vendaje enyesado en la pierna a causa de una simultánea fractura bimaleolar con luxación del pie hacia fuera."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0024
Denominação
Título
Sistema de tração ortopédica para tratar fratura (Figura 2069)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente) deitado em uma cama hospitalar, sua perna esquerda está engessada e elevada por uma estrutura de metal, enquanto sua coxa está erguida por uma bandagem suspensa. Acima da cama possui uma estrutura de metal que serve de suporte para roldanas e pesos. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 2069", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fractura supracondílea del fémur con dislocación lírica romperse con la rosca gresilla de la biela 2071s. Para corregir la angulación y la desviación lateral, y después de no haber conseguido un resultado suficiente con el deslizamiento de la férula de Braun hacia arriba, especialmente, se eleva a nivel de la fractura una tracción hacia arriba, en sentido oblicuo, con ayuda de un tubo de género de punto bien almohadillado o una banda de hierro (Fig. 207). Con esta disposición del vendaje los fragmentos se afrontarán perfectamente. La cuerda de la tracción longitudinal transcurre algo por debajo de la prolongación del fragmento central. Vendaje enyesado en la pierna a causa de una simultánea fractura bimaleolar con luxación del pie hacia fuera."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
O uso de imagens dos objetos e do acervo é permitido para fins de pesquisas, trabalhos escolares e universitário com caráter de pesquisa e sem fins lucrativos. Junto à reprodução deve sempre constar obrigatoriamente o crédito à fonte original: Acervo Centro Histórico- Cultural Santa Casa de Porto Alegre - CHC.
Demais solicitações de uso devem ser formalizadas para avaliação junto ao Acervo do Museu (pelo e-mail: museu.chc@santacasa.org.br ) e só serão autorizadas após aprovação e mediante preenchimento do Termo de Pesquisa. Os direitos autorais são de seus respectivos detentores de direitos, conforme a Lei de Direitos Autorais (LDA 9.610/1998). O CHC não detém a propriedade de direitos autorais e não se responsabiliza por utilizações indevidas praticadas por terceiros.

