Registro Visual
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MJFL-2016-08-0029Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um paciente deitado sobre uma cama, sua perna direita está imobilizada e elevada por uma estrutura de metal com um sistema de tração. Um pino parece estar inserido no calcanhar do paciente, conectado a um sistema de pesos. Há uma estrutura de metal e tecido que suspende o pé do paciente. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 2413", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fractura de la pierna, en una férula bien revestida y con tracción directa mediante clavo, aplicado en el calcáneo ; 3 kg. de peso. Suspensión del antepié, arco supletorio para evitar que las ropas de la cama graviten sobre la pierna, almohadillas debajo de la corva y del tendón de Aquiles, cajón para apoyar el pie sano y tabla bajo el colchón."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0029
Denominação
Título
Fratura da perna (Figura 2413)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um paciente deitado sobre uma cama, sua perna direita está imobilizada e elevada por uma estrutura de metal com um sistema de tração. Um pino parece estar inserido no calcanhar do paciente, conectado a um sistema de pesos. Há uma estrutura de metal e tecido que suspende o pé do paciente. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 2413", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fractura de la pierna, en una férula bien revestida y con tracción directa mediante clavo, aplicado en el calcáneo ; 3 kg. de peso. Suspensión del antepié, arco supletorio para evitar que las ropas de la cama graviten sobre la pierna, almohadillas debajo de la corva y del tendón de Aquiles, cajón para apoyar el pie sano y tabla bajo el colchón."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
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