Registro Visual
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MJFL-2016-08-0001Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta a ilustração que mostra o osso do fêmur quebrado. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição 'Figs. 242 y 243.', e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 242. Fractura supracondílea del fémur con dislocación típica de los fragmentos. El fragmento distal flexionado hacia atrás por los músculos gemelos. Todas las partes blandas están despegadas del fragmento superior, y los vasos y nervios en peligro de ser lesionados por el borde cortante del fragmento distal. Entre los fragmentos distal y proximal se forma una cavidad de pus (en el esquema marcada por rayas), origen de la fiebre de tipo héetico. Fig. 243. Esquema de los fragmentos de la fractura, en um vendaje adecuando, com la flexión correspondiente de la rodilla. Se ha corregido la dislocación; por ello no corren peligro de lesionarse los vasos y los nervios y desaparece espontáneamente el seno lleno de pus. Dibujado en 1916."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0001
Denominação
Título
Fratura no fêmur (Figura 242 - 243)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta a ilustração que mostra o osso do fêmur quebrado. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição 'Figs. 242 y 243.', e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 242. Fractura supracondílea del fémur con dislocación típica de los fragmentos. El fragmento distal flexionado hacia atrás por los músculos gemelos. Todas las partes blandas están despegadas del fragmento superior, y los vasos y nervios en peligro de ser lesionados por el borde cortante del fragmento distal. Entre los fragmentos distal y proximal se forma una cavidad de pus (en el esquema marcada por rayas), origen de la fiebre de tipo héetico.
Fig. 243. Esquema de los fragmentos de la fractura, en um vendaje adecuando, com la flexión correspondiente de la rodilla. Se ha corregido la dislocación; por ello no corren peligro de lesionarse los vasos y los nervios y desaparece espontáneamente el seno lleno de pus. Dibujado en 1916."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
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