Registro Visual
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MJFL-2016-08-0032Baixar
Lâmina de vidro. No centro, apresenta uma única imagem que mostra um paciente deitado em uma maca. Sua perna direita está elevada por um suporte metálico, e o calcanhar está preso por um pino de tração. Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 2449", e logo abaixo a seguinte inscrição em espanhol: "La pierna fracturada, uma vez deshinchada, se coloca en el aparato de tracción a tornillo y se somete a la tracción ejercuda sobre un clavo aplicado en el calcáneo. Entre el estribo giratorio y el gancho del tornillo se interpone un dinamómetro.".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0032
Denominação
Título
Aparelho de tração de parafuso (Figura 2449)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. No centro, apresenta uma única imagem que mostra um paciente deitado em uma maca. Sua perna direita está elevada por um suporte metálico, e o calcanhar está preso por um pino de tração. Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 2449", e logo abaixo a seguinte inscrição em espanhol:
"La pierna fracturada, uma vez deshinchada, se coloca en el aparato de tracción a tornillo y se somete a la tracción ejercuda sobre un clavo aplicado en el calcáneo. Entre el estribo giratorio y el gancho del tornillo se interpone un dinamómetro.".
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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