Registro Visual
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Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra o processo de imobilização da perna. Na imagem é possível identificar um homem (paciente) deitado em uma cama, sua perna direita está elevada por uma estrutura de metal, seu calcanhar está preso por dois pinos que estão fixados em um mecanismo de tração, mantendo a perna estável. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 2451", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Después de la reducción exacta de los fragmentos se aplica una tira de fieltro o unas vueltas de venda en la extremidad superior de la pierna y una férula enyesada sin almohadillar que llegue desde la corva hasta la punta de los dedos."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0087
Denominação
Título
Imobilização da perna (Figura 2451)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra o processo de imobilização da perna. Na imagem é possível identificar um homem (paciente) deitado em uma cama, sua perna direita está elevada por uma estrutura de metal, seu calcanhar está preso por dois pinos que estão fixados em um mecanismo de tração, mantendo a perna estável. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 2451", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Después de la reducción exacta de los fragmentos se aplica una tira de fieltro o unas vueltas de venda en la extremidad superior de la pierna y una férula enyesada sin almohadillar que llegue desde la corva hasta la punta de los dedos."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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