Registro Visual
-
MJFL-2016-08-0013Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma única imagem onde mostra um procedimento médico para o tratamento de fraturas ou outras lesões na perna, utilizando uma tala de Braun e um sistema de tração. Na imagem, é possível identificar um homem deitado em uma maca, fotografado a partir de suas pernas. Uma de suas pernas, está elevada por um suporte de metal e sustentada por um peso. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 2453 a", e logo abaixo a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 2453a Después de la roetgenografía de comprobación se coloca la pierna en una férula de Braun, e carga el clavo con 3kg. y suspende del travesaño superior de la férula. El vendaje enyesado se incide longitudinalmente hasta la piel. Generalmente se ejerce una traccón de 5kg."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0013
Denominação
Título
Tala de Braun (Figura 2453 a)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma única imagem onde mostra um procedimento médico para o tratamento de fraturas ou outras lesões na perna, utilizando uma tala de Braun e um sistema de tração. Na imagem, é possível identificar um homem deitado em uma maca, fotografado a partir de suas pernas. Uma de suas pernas, está elevada por um suporte de metal e sustentada por um peso. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 2453 a", e logo abaixo a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 2453a Después de la roetgenografía de comprobación se coloca la pierna en una férula de Braun, e carga el clavo con 3kg. y suspende del travesaño superior de la férula. El vendaje enyesado se incide longitudinalmente hasta la piel. Generalmente se ejerce una traccón de 5kg."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
O uso de imagens dos objetos e do acervo é permitido para fins de pesquisas, trabalhos escolares e universitário com caráter de pesquisa e sem fins lucrativos. Junto à reprodução deve sempre constar obrigatoriamente o crédito à fonte original: Acervo Centro Histórico- Cultural Santa Casa de Porto Alegre - CHC.
Demais solicitações de uso devem ser formalizadas para avaliação junto ao Acervo do Museu (pelo e-mail: museu.chc@santacasa.org.br ) e só serão autorizadas após aprovação e mediante preenchimento do Termo de Pesquisa. Os direitos autorais são de seus respectivos detentores de direitos, conforme a Lei de Direitos Autorais (LDA 9.610/1998). O CHC não detém a propriedade de direitos autorais e não se responsabiliza por utilizações indevidas praticadas por terceiros.

