Registro Visual
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MJFL-2016-08-0017Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma única imagem que mostra um paciente deitado em uma maca, com uma de suas pernas engessada e elevada em duas partes por uma estrutura de metal. Esta estrutura de metal sustenta a parte inferior do joelho do paciente, enquanto pinos parecem perfurar o tornozelo e calcanhar para fixar a perna ao aparelho de tração. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 2453 a" e, logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 2980 Disposión del aparato de tracción a tornillo para la reducción de una fractura del calcáneo. A través de la tibia, por encima de la articulación tibioperoneotarsiana, se ha elevado un tallo metálico, que sostiene la pierna, mientras el clavo que atraviesa la parte póstero-superior del calcáneo sirve para aplicar la tracción oblicua hacia abajo, en la dirección del eje del calcáneo. Entre el estribo giratorio y el gancho del tornillo se interpone un dinamómetro. En lugar del clavo atravesando la tibia, actualmente sólo empleamos para la reducion un lazo bien almohadillado, tal como el representado en la figura 2981a."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0017
Denominação
Título
Tração por parafuso para a redução de uma fratura do calcâneo (Figura 2980)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma única imagem que mostra um paciente deitado em uma maca, com uma de suas pernas engessada e elevada em duas partes por uma estrutura de metal. Esta estrutura de metal sustenta a parte inferior do joelho do paciente, enquanto pinos parecem perfurar o tornozelo e calcanhar para fixar a perna ao aparelho de tração. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 2453 a" e, logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 2980 Disposión del aparato de tracción a tornillo para la reducción de una fractura del calcáneo. A través de la tibia, por encima de la articulación tibioperoneotarsiana, se ha elevado un tallo metálico, que sostiene la pierna, mientras el clavo que atraviesa la parte póstero-superior del calcáneo sirve para aplicar la tracción oblicua hacia abajo, en la dirección del eje del calcáneo. Entre el estribo giratorio y el gancho del tornillo se interpone un dinamómetro. En lugar del clavo atravesando la tibia, actualmente sólo empleamos para la reducion un lazo bien almohadillado, tal como el representado en la figura 2981a."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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