Registro Visual
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MJFL-2016-08-0075Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um paciente deitado em uma cama, visto a partir de suas pernas. Sua perna esquerda está elevada por uma estrutura de metal e seu pé está preso pelo calcanhar a um mecanismo de tração. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 2981 b", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Después que la tracción en la dirección del eje del calcáneo haya corregido el acortamiento y las angulaciones, se ejerce tracción longitudinal en la dirección del eje de la pierna para acabar de restablecer el ángulo túberoarticular.".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0075
Denominação
Título
Aplicação de tração no eixo do calcâneo (Figura 2981b)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um paciente deitado em uma cama, visto a partir de suas pernas. Sua perna esquerda está elevada por uma estrutura de metal e seu pé está preso pelo calcanhar a um mecanismo de tração. Abaixo da imagem possui a inscrição "Fig. 2981 b", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Después que la tracción en la dirección del eje del calcáneo haya corregido el acortamiento y las angulaciones, se ejerce tracción longitudinal en la dirección del eje de la pierna para acabar de restablecer el ángulo túberoarticular.".
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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