Registro Visual
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MJFL-2016-08-0020Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma sala hospitalar especializada para atender pacientes com fratura no fêmur. Na imagem é possível identificar um ambiente amplo e espaçoso com diversas camas ocupadas por pacientes; as camas têm seus pés elevados em 50 cm. Isso é visível em várias camas, onde as pernas dos pacientes estão suspensas por uma estrutura de tração. Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 3103", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Espaciosa sala para fracturados del fémur. Extremidad inferior descansando en la férula para muslo (fig. 112). Pies de la cama elevados 50 cm. Fotografía tomada por JIMENO VIDAL el año 1938 en su hospital de guerra en España."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0020
Denominação
Título
Enfermaria especializada para pacientes com fratura no fêmur (Figura 3103)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma sala hospitalar especializada para atender pacientes com fratura no fêmur. Na imagem é possível identificar um ambiente amplo e espaçoso com diversas camas ocupadas por pacientes; as camas têm seus pés elevados em 50 cm. Isso é visível em várias camas, onde as pernas dos pacientes estão suspensas por uma estrutura de tração. Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 3103", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Espaciosa sala para fracturados del fémur. Extremidad inferior descansando en la férula para muslo (fig. 112). Pies de la cama elevados 50 cm. Fotografía tomada por JIMENO VIDAL el año 1938 en su hospital de guerra en España."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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