Registro Visual
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MJFL-2016-08-0010Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma sequência de quatro imagens que mostram as diferentes etapas técnicas de imobilização do tórax e o braço, posicionado em 45° de anteposição, 70° de abdução e em uma rotação intermediária, após a aplicação do acolchoamento no tórax. As imagens estão posicionadas em duas colunas contendo duas fotos em cada uma. Abaixo de cada imagem, há a inscrição "Fig 3123 a", "Fig 3123 b", "Fig 3123 c" e "Fig 3123 d", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig.3123a. Ha sido aplicado el almohadillado del toráx. Figs. 3123b a 3123d. Vendaje de yeso tóracobraquial terminado. El brazo se halla en anteposición de 45 º, en abducción de 70º y en posición intermedia entre la rotación interna y la externa."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0010
Denominação
Título
Técnica de gesso que imobiliza o tórax e o braço (Figura 3123 a,b,c,d)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma sequência de quatro imagens que mostram as diferentes etapas técnicas de imobilização do tórax e o braço, posicionado em 45° de anteposição, 70° de abdução e em uma rotação intermediária, após a aplicação do acolchoamento no tórax. As imagens estão posicionadas em duas colunas contendo duas fotos em cada uma. Abaixo de cada imagem, há a inscrição "Fig 3123 a", "Fig 3123 b", "Fig 3123 c" e "Fig 3123 d", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig.3123a. Ha sido aplicado el almohadillado del toráx. Figs. 3123b a 3123d. Vendaje de yeso tóracobraquial terminado. El brazo se halla en anteposición de 45 º, en abducción de 70º y en posición intermedia entre la rotación interna y la externa."
Dimensões
Largura (cm)
8,5
Altura (cm)
10
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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