Registro Visual
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MJFL-2016-08-0007Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma imagem que documenta uma técnica ortopédica utilizada para tratar uma fratura de fêmur causada por arma de fogo, a fim de evitar que o osso lesionado se dobre. Na imagem, é possível identificar um homem deitado em uma maca, sua cabeça está apoiada em um travesseiro elevado, as nádegas estão apoiadas em um suporte que sustenta o corpo. A perna fraturada está elevada por um suporte de tecido que sustenta o joelho, o pé utiliza uma bota de gesso que se sustenta por um peso de 6 a 8 kg. Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 3124", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "FIG. 3124. Disposición de un fracturado del fémur por arma fuego, para la aplicación de un vendaje enyesado para el trasporte, con la cadera y la rodilla en ligera flexión. Las nalgas reposan en el soporte pélvico, y la espalda y la cabeza en un cajón de madera, previa interposición de una almohada. La mesa de curas se encuadra en un marco de madera de los utilizados para el tratamiento de las fracturas del fémur. El pie del lado lesionado se calza con una botina, de la que se ejerce una tracción de 6 a 8 kg, colgando un saco de arena. El foco de fractura queda suspendido mediante una banda, para evitar que el hueso se combe. fotografía tomada en agosto de 1916."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0007
Denominação
Título
Técnica ortopédica para tratar uma fratura no fêmur (Figura 3124)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma imagem que documenta uma técnica ortopédica utilizada para tratar uma fratura de fêmur causada por arma de fogo, a fim de evitar que o osso lesionado se dobre. Na imagem, é possível identificar um homem deitado em uma maca, sua cabeça está apoiada em um travesseiro elevado, as nádegas estão apoiadas em um suporte que sustenta o corpo. A perna fraturada está elevada por um suporte de tecido que sustenta o joelho, o pé utiliza uma bota de gesso que se sustenta por um peso de 6 a 8 kg. Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 3124", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"FIG. 3124. Disposición de un fracturado del fémur por arma fuego, para la aplicación de un vendaje enyesado para el trasporte, con la cadera y la rodilla en ligera flexión. Las nalgas reposan en el soporte pélvico, y la espalda y la cabeza en un cajón de madera, previa interposición de una almohada. La mesa de curas se encuadra en un marco de madera de los utilizados para el tratamiento de las fracturas del fémur. El pie del lado lesionado se calza con una botina, de la que se ejerce una tracción de 6 a 8 kg, colgando un saco de arena. El foco de fractura queda suspendido mediante una banda, para evitar que el hueso se combe. fotografía tomada en agosto de 1916."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
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