Registro Visual
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MJFL-2016-08-0009Baixar
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma sequência de três imagens que documentam o uso de gesso para imobilização e transporte de um paciente com fratura no fêmur. Exibe diferentes posições da perna engessada e o processo de aplicação/manuseio do gesso. Em duas fotos, localizadas ao lado esquerdo do observador, uma abaixo da outra, o paciente está deitado na maca com a perna engessada. Na foto localizada à direita, o paciente está de pé com a perna engessada e dois profissionais da saúde o seguram em cada lado. Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 3128" e "Fig. 3129", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "FIG. 3127. Herido con fractura del fémur, llevando un vendaje enyesada cerrado para el transporte, con la cadera y la rodilla en ligera flexión. Fotografiado por JIMENO VIDAL en España el año 1937."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0009
Denominação
Título
Gesso de imobilização para transporte (Figura 3127, 3128 e 3129)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Ao centro, apresenta uma sequência de três imagens que documentam o uso de gesso para imobilização e transporte de um paciente com fratura no fêmur. Exibe diferentes posições da perna engessada e o processo de aplicação/manuseio do gesso. Em duas fotos, localizadas ao lado esquerdo do observador, uma abaixo da outra, o paciente está deitado na maca com a perna engessada. Na foto localizada à direita, o paciente está de pé com a perna engessada e dois profissionais da saúde o seguram em cada lado. Abaixo da imagem, há a inscrição "Fig. 3128" e "Fig. 3129", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"FIG. 3127. Herido con fractura del fémur, llevando un vendaje enyesada cerrado para el transporte, con la cadera y la rodilla en ligera flexión. Fotografiado por JIMENO VIDAL en España el año 1937."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Faculdade de Medicina de Porto Alegre | Lâmina | Negativo de vidro | Traumatologia
Condições de reprodução
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