Registro Visual
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MJFL-2016-08-0057Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma pequena rede feita em tecido de linho, de formato retangular, utilizada para fraturas pélvicas. Em cada extremidade da rede possui duas hastes de madeira escuras e cilíndricas. Em cada extremidade das hastes, há uma corda atada que se estende para fora, formando uma estrutura de tensão. Acima da rede, há duas hastes cilíndricas de madeira idênticas, posicionadas horizontalmente e paralelas uma à outra. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 622", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 622. Pequeña hamaca para fracturas pelvianas, constituida por un trozo de lienzo de 26 x 80 a 90 cm., tensado por dos listones de madera transversales de 32 cm. de longitud con una muesca en sus extremos, en la cual se anuda una cuerda. Arriba los listones tensores."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0057
Denominação
Título
Pequena rede para fraturas pélvicas (Figura 622)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma pequena rede feita em tecido de linho, de formato retangular, utilizada para fraturas pélvicas. Em cada extremidade da rede possui duas hastes de madeira escuras e cilíndricas. Em cada extremidade das hastes, há uma corda atada que se estende para fora, formando uma estrutura de tensão. Acima da rede, há duas hastes cilíndricas de madeira idênticas, posicionadas horizontalmente e paralelas uma à outra. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 622", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 622. Pequeña hamaca para fracturas pelvianas, constituida por un trozo de lienzo de 26 x 80 a 90 cm., tensado por dos listones de madera transversales de 32 cm. de longitud con una muesca en sus extremos, en la cual se anuda una cuerda. Arriba los listones tensores."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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