Registro Visual
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MJFL-2016-08-0058Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente) deitado em uma cama hospitalar que possui um aparelho de tração ou ortopédico. As costas e cabeça do paciente estão elevadas por uma estrutura de metal. Seus braços estão levantados e seguram uma alça que está suspensa por um sistema de polias preso a uma estrutura metálica acima da cama. Uma rede de tecido está elevando a pelve do paciente, com pesos suspensos ao lado que exercem tração, enquanto uma estrutura de metal sustenta suas pernas na mesma altura da pelve, também sustentado por por pesos. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição "Fig.624", e logo baixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 624. Individuo con una lesión de la articulación sacroilíaca, elevándose sin ayuda para que le pongan el orinal."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0058
Denominação
Título
Paciente com lesão na articulação sacroilíaca (Figura 624)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um homem (paciente) deitado em uma cama hospitalar que possui um aparelho de tração ou ortopédico. As costas e cabeça do paciente estão elevadas por uma estrutura de metal. Seus braços estão levantados e seguram uma alça que está suspensa por um sistema de polias preso a uma estrutura metálica acima da cama. Uma rede de tecido está elevando a pelve do paciente, com pesos suspensos ao lado que exercem tração, enquanto uma estrutura de metal sustenta suas pernas na mesma altura da pelve, também sustentado por por pesos. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição "Fig.624", e logo baixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 624. Individuo con una lesión de la articulación sacroilíaca, elevándose sin ayuda para que le pongan el orinal."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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