Registro Visual
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Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado. A imagem da esquerda mostra um homem de jaleco branco segurando o braço direito de um paciente ao seu lado. A imagem da direita mostra o mesmo paciente visto de perfil: seu braço esquerdo está apoiado em uma tala presa em seu ombro e uma bandagem prende o braço esquerdo ao tórax. Abaixo da imagem, possui as inscrições "Fig. 640" e "Fig. 641", e logo abaixo a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 640. Reducción de una fractura de la clavícula colocando el puño, o el antebrazo, en la axila. Sobre este hipomoclion se impulsa al cinturón escapular hacia fuera del tórax, corrigiéndose de este modo las angulaciones y el acortamiento. Fig. 641. Con un vendaje que fija el brazo al tórax, sin colocar una almohadilla o una cuña en la axila, los fragmentos claviculares encabalgan y se produce un acortamiento con angulación."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0063
Denominação
Título
Tratamento de fraturas de clavícula (Figura 640 e 641)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado. A imagem da esquerda mostra um homem de jaleco branco segurando o braço direito de um paciente ao seu lado. A imagem da direita mostra o mesmo paciente visto de perfil: seu braço esquerdo está apoiado em uma tala presa em seu ombro e uma bandagem prende o braço esquerdo ao tórax. Abaixo da imagem, possui as inscrições "Fig. 640" e "Fig. 641", e logo abaixo a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 640. Reducción de una fractura de la clavícula colocando el puño, o el antebrazo, en la axila. Sobre este hipomoclion se impulsa al cinturón escapular hacia fuera del tórax, corrigiéndose de este modo las angulaciones y el acortamiento.
Fig. 641. Con un vendaje que fija el brazo al tórax, sin colocar una almohadilla o una cuña en la axila, los fragmentos claviculares encabalgan y se produce un acortamiento con angulación."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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