Registro Visual
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Lâmina de vidro. No centro, há uma única imagem que mostra uma tira de esparadrapo larga com incisões nas extremidades. Essas incisões formam três tiras mais finas de cada lado. O centro da tira parece ter uma peça de reforço que prende as tiras mais finas. Nas pontas, as tiras mais finas são fixadas a pequenas espátulas de madeira. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 695. Tira de esparadrapo con incisiones en sus extremos para la tracción del brazo, con tablilla separadora y cuerda. Los extremos están pegados a dos espátulas de madera para evitar que se arrollen."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0062
Denominação
Título
Tira de esparadrapo cortada (Figura 695)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. No centro, há uma única imagem que mostra uma tira de esparadrapo larga com incisões nas extremidades. Essas incisões formam três tiras mais finas de cada lado. O centro da tira parece ter uma peça de reforço que prende as tiras mais finas. Nas pontas, as tiras mais finas são fixadas a pequenas espátulas de madeira. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 695. Tira de esparadrapo con incisiones en sus extremos para la tracción del brazo, con tablilla separadora y cuerda. Los extremos están pegados a dos espátulas de madera para evitar que se arrollen."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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