Registro Visual
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Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um médico à esquerda, de jaleco branco sentado, e a direita um homem (paciente) de pé. O médico está aplicando no braço direito do paciente uma tala composta por faixas e suportes que se estendem do braço até o tronco. O braço do paciente está elevado, alinhado com o ombro, e afastado do corpo. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição: "Fig. 696. Al aplicar la férula de abducción el ayudante debe empujarla hacia la axila y lo más arriba posible.".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0064
Denominação
Título
Aplicação da tala de abdução (Figura 696)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra um médico à esquerda, de jaleco branco sentado, e a direita um homem (paciente) de pé. O médico está aplicando no braço direito do paciente uma tala composta por faixas e suportes que se estendem do braço até o tronco. O braço do paciente está elevado, alinhado com o ombro, e afastado do corpo. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição:
"Fig. 696. Al aplicar la férula de abducción el ayudante debe empujarla hacia la axila y lo más arriba posible.".
Dimensões
Largura (cm)
8,5
Altura (cm)
10
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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