Registro Visual
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Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma mulher (paciente), de perfil. Na imagem, a paciente está sentada com o braço esquerdo enfaixado na parte superior, abaixo do braço possui um suporte que sustenta o braço elevado. Suas mãos seguram um bastão à frente do corpo que está em uma posição horizontal, levemente elevado na parte direita. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 698.", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 698. Flexión del braxo. Los dedos y la mano no están hinchados, todas las articulaciones son libremente movibles."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0053
Denominação
Título
Flexão do braço (Figura 698)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma mulher (paciente), de perfil. Na imagem, a paciente está sentada com o braço esquerdo enfaixado na parte superior, abaixo do braço possui um suporte que sustenta o braço elevado. Suas mãos seguram um bastão à frente do corpo que está em uma posição horizontal, levemente elevado na parte direita. Abaixo da imagem, possui a inscrição "Fig. 698.", e logo abaixo, a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 698. Flexión del braxo. Los dedos y la mano no están hinchados, todas las articulaciones son libremente movibles."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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