Registro Visual
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MJFL-2016-08-0049Baixar
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de duas imagens, lado a lado. Em uma das imagens, à esquerda, mostra uma cama com uma estrutura de metal e um acessório em triangulo que pende sobre a cabeceira. O item à direita, mostra a cabeceira da cama, vista separadamente. Abaixo das imagens possui as inscrições "Fig.99" e "Fig. 100", logo abaixo, apresenta a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 99. Cama alta. El sommier se ha colocado en la posición más elevada; además esta tapado con tres tablones que cubren toda la cama a lo largo y a lo ancho. Fig. 100. Los pies de la cama tienen cuatro tornillos, en los cuales se puede fijar el sommier a tres alturas diferentes.".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0049
Denominação
Título
Cama regulável (Figura 99 e 100)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de duas imagens, lado a lado. Em uma das imagens, à esquerda, mostra uma cama com uma estrutura de metal e um acessório em triangulo que pende sobre a cabeceira. O item à direita, mostra a cabeceira da cama, vista separadamente. Abaixo das imagens possui as inscrições "Fig.99" e "Fig. 100", logo abaixo, apresenta a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 99. Cama alta. El sommier se ha colocado en la posición más elevada; además esta tapado con tres tablones que cubren toda la cama a lo largo y a lo ancho.
Fig. 100. Los pies de la cama tienen cuatro tornillos, en los cuales se puede fijar el sommier a tres alturas diferentes.".
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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