Registro Visual
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MJFL-2016-08-0073Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma mesa ortopédica com várias partes articuladas e braços. Existem quatro letras (A, B, C e D) circuladas na imagem, aparentemente para identificar partes específicas do objeto: Letra A aponta para uma série de braços articulados na lateral do dispositivo; letras B e C parecem indicar parafusos de ajuste ou mecanismos de fixação; letra D aponta para uma alavanca ou roda de ajuste na parte superior do bloco principal. O dispositivo aparenta ser um tipo de fixador externo ortopédico, usado para estabilizar fraturas ósseas ou alongar membros. Esses dispositivos são fixados externamente ao corpo do paciente por meio de pinos inseridos no osso. As várias hastes e braços articulados permitem ao cirurgião ajustar e manter os fragmentos ósseos no lugar, garantindo a cicatrização correta.
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0073
Denominação
Título
Mesa ortopédica
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma mesa ortopédica com várias partes articuladas e braços. Existem quatro letras (A, B, C e D) circuladas na imagem, aparentemente para identificar partes específicas do objeto:
Letra A aponta para uma série de braços articulados na lateral do dispositivo; letras B e C parecem indicar parafusos de ajuste ou mecanismos de fixação; letra D aponta para uma alavanca ou roda de ajuste na parte superior do bloco principal.
O dispositivo aparenta ser um tipo de fixador externo ortopédico, usado para estabilizar fraturas ósseas ou alongar membros. Esses dispositivos são fixados externamente ao corpo do paciente por meio de pinos inseridos no osso. As várias hastes e braços articulados permitem ao cirurgião ajustar e manter os fragmentos ósseos no lugar, garantindo a cicatrização correta.
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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