Registro Visual
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MJFL-2016-08-0056Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de três imagens que mostram o mesmo braço destacando as cicatrizes no antebraço. Na imagem superior esquerda, o braço está flexionado com as mãos abertas. Na imagem superior direita, o braço está flexionado com o punho fechado. Na imagem inferior, o braço está estendido de forma horizontal. Abaixo das imagens, possui a seguinte inscrição em espanhol: "Figs. 204 a 206. Fotografias correspondientes al antebrazo representado en las figuras 202 y 203, pasados diez meses. Las heridas grandes han curado, dejando cicatrices planas y lisas. Sobre el radio se aprecia una cicatriz longitudinal, correspondiente a la sutura ósea. Los movimientos del hombro, codo y muñeca activos indemnes, igualmente que los del pulgar. Los demás cuatro dedos muestran una ligera limitación en sus movimientos."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0056
Denominação
Título
Cicatrização do antebraço após 10 meses (Figuras 204 a 206)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de três imagens que mostram o mesmo braço destacando as cicatrizes no antebraço. Na imagem superior esquerda, o braço está flexionado com as mãos abertas. Na imagem superior direita, o braço está flexionado com o punho fechado. Na imagem inferior, o braço está estendido de forma horizontal. Abaixo das imagens, possui a seguinte inscrição em espanhol:
"Figs. 204 a 206. Fotografias correspondientes al antebrazo representado en las figuras 202 y 203, pasados diez meses. Las heridas grandes han curado, dejando cicatrices planas y lisas. Sobre el radio se aprecia una cicatriz longitudinal, correspondiente a la sutura ósea. Los movimientos del hombro, codo y muñeca activos indemnes, igualmente que los del pulgar. Los demás cuatro dedos muestran una ligera limitación en sus movimientos."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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