Registro Visual
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MJFL-2016-08-0054Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado, que mostram um homem (paciente) com o braço direito imobilizado. Na imagem da esquerda, o paciente está sentado de perfil; a imobilização do braço é feita com bandagens brancas que se estendem do ombro até o antebraço, apoiando o cotovelo e o pulso. Parte da bandagem também está amarrada ao pescoço para sustentar o peso do braço. Também é possível identificar na imagem uma estrutura de metal que sustenta o braço do paciente elevado. A imagem da direita mostra o paciente de costas e é possível visualizar a estrutura que sustenta o braço, formando um triângulo entre o corpo do paciente e o braço sustentado. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 741" e "Fig. 742", e logo abaixo, possui a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 741 y 742. Fractura del extremo superior del húmero colocada en la férula de abducción, con tracción, con tracción de tira de esparadrapo y vendaje enyesado en el brazo. El antebrazo queda libre. Vista desde adelante y de atrás."
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0054
Denominação
Título
Fratura da extremidade superior do úmero (Figuras 741 e 742)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens lado a lado, que mostram um homem (paciente) com o braço direito imobilizado. Na imagem da esquerda, o paciente está sentado de perfil; a imobilização do braço é feita com bandagens brancas que se estendem do ombro até o antebraço, apoiando o cotovelo e o pulso. Parte da bandagem também está amarrada ao pescoço para sustentar o peso do braço. Também é possível identificar na imagem uma estrutura de metal que sustenta o braço do paciente elevado. A imagem da direita mostra o paciente de costas e é possível visualizar a estrutura que sustenta o braço, formando um triângulo entre o corpo do paciente e o braço sustentado. Abaixo das imagens, possui as inscrições "Fig. 741" e "Fig. 742", e logo abaixo, possui a seguinte inscrição em espanhol:
"Fig. 741 y 742. Fractura del extremo superior del húmero colocada en la férula de abducción, con tracción, con tracción de tira de esparadrapo y vendaje enyesado en el brazo. El antebrazo queda libre. Vista desde adelante y de atrás."
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu a daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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