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[MJFL-2016-08-0085.001] CAIXA Caixa de papelão de formato retangular com tampa. Em sua tampa possui um adesivo contendo o rótulo da marca AGFA nas cores azul e laranja. Em sua lateral esquerda possui a seguinte inscrição feita com caneta de coloração preta: "I Membro inferior (bacia e coxa) diagramas dos desvios fragmentários". [MJFL-2016-08-0085.002] RADIOGRAFIA DO TÓRAX Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma radiografia do tórax. A imagem foca no ombro direito e em parte do tórax de um paciente. Na imagem é possível observar a articulação do ombro e o osso do braço, ao lado esquerdo da imagem, vê-se a estrutura da caixa torácica, com as costelas visíveis. [MJFL-2016-08-0085.003] RADIOGRAFIA DA ARTICULAÇÃO DO OMBRO Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma radiografia do ombro. A imagem foca na diáfise proximal do úmero (a parte superior do osso do braço, logo abaixo da cabeça). [MJFL-2016-08-0085.004] RADIOGRAFIA VISÃO LATERAL DO CRÂNIO Negativo de vidro. Em seu centro apresenta uma única imagem que mostra uma radiografia lateral do crânio. Na imagem, além perfil do crânio, também é possível ver uma parte da coluna cervical. [MJFL-2016-08-0085.005] LESÃO NO BRAÇO (Fig. 159) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma grave lesão no antebraço. Na fotografia, o braço do paciente está esticado e, próximo ao cotovelo, há uma ferida aberta e dilacerada. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. Gran desgarro de la articulación del codo en una muchacha de 19 años, atropellada por un auto. Simultáneamente, fractura transversal abierta del húmero y otra igual del radio (véase figuras 162 a 165). A su ingreso estaba muy desangrada y conmocionada. Después de la anestesia local se le practicó una inyección intravenosa de suero fisiológico. En la cara anterior del codo una herida de 23 cm. de largo que interesa piel, músculos y la articulación. Los músculos están arrancados del húmero, la arteria cubital desgarrada. Ligadura de la misma. Los nervios están denudados, pero no lesionados. En la herida se aprecian ambas fracturas. La articulación del codo está ampliamente abierta en su cara anterior, la cápsula articular falta. En el dorso de la mano una herida contusa, de 4×2 cm., con sección de los tendones extensores del segundo y tercer dedos. [MJFL-2016-08-0085.006] RADIOGRAFIA DO ANTEBRAÇO E COTOVELO Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens, lado a lado, que mostram o antebraço e a articulação do cotovelo. Na imagem da esquerda, é possível identificar o rádio e a ulna (ossos do antebraço) vistos em toda a sua extensão na projeção lateral, enquanto na imagem da direita, o foco principal é o úmero (osso do braço). A cabeça do úmero e a articulação glenoumeral (ombro) estão visíveis na parte superior. Nas duas imagens, possuem a letra "D" localizadas na parte superior e inferior das imagens. [MJFL-2016-08-0085.007] LESÃO DO BRAÇO APÓS INTERVENÇÃO (Fig. 160) Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma grave lesão no antebraço sendo tratada em um ambiente cirúrgico e após limpeza da ferida. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 160. El mismo caso de la figura 159, después de la minuciosa escisión. El estrecho colgajo cutáneo tiene pedículo periférico; los músculos que estaban adheridos fueron extirpados". [MJFL-2016-08-0085.008] LESÃO DO BRAÇO APÓS SUTURA (Fig. 161) Negativo de vidro. Em seu centro , apresenta uma única imagem que mostra a mesma lesão do antebraço das imagens anteriores. Nesta imagem, o braço está flexionado e a ferida que estava aberta agora está costurada. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição: "Fig. 161. El mismo caso de las figuras 159 y 160. En la cara posterior del codo se practicaron dos incisiones relajadoras de 12 cm. de largo, una del lado interno, la otra del lado externo. Así pudo ser deslizada hacia delante la piel de ambos lados, estando el codo en flexión, y con ayuda del colgajo anterior se consiguió cerrar la herida primitiva, después de haber colocado cuatro desagües. Luego escisión y sutura de la herida del dorso de la mano. Vendaje enyesado con ventanas y férula de abducción. Curó sin supurar."
Anexos
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MJFL-2016-08-0085.002
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MJFL-2016-08-0085.003
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Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0085.001
Denominação
Título
Caixa de negativos
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
[MJFL-2016-08-0085.001] CAIXA
Caixa de papelão de formato retangular com tampa. Em sua tampa possui um adesivo contendo o rótulo da marca AGFA nas cores azul e laranja. Em sua lateral esquerda possui a seguinte inscrição feita com caneta de coloração preta: "I Membro inferior (bacia e coxa) diagramas dos desvios fragmentários".
[MJFL-2016-08-0085.002] RADIOGRAFIA DO TÓRAX
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma radiografia do tórax. A imagem foca no ombro direito e em parte do tórax de um paciente. Na imagem é possível observar a articulação do ombro e o osso do braço, ao lado esquerdo da imagem, vê-se a estrutura da caixa torácica, com as costelas visíveis.
[MJFL-2016-08-0085.003] RADIOGRAFIA DA ARTICULAÇÃO DO OMBRO
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma radiografia do ombro. A imagem foca na diáfise proximal do úmero (a parte superior do osso do braço, logo abaixo da cabeça).
[MJFL-2016-08-0085.004] RADIOGRAFIA VISÃO LATERAL DO CRÂNIO
Negativo de vidro. Em seu centro apresenta uma única imagem que mostra uma radiografia lateral do crânio. Na imagem, além perfil do crânio, também é possível ver uma parte da coluna cervical.
[MJFL-2016-08-0085.005] LESÃO NO BRAÇO (Fig. 159)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma grave lesão no antebraço. Na fotografia, o braço do paciente está esticado e, próximo ao cotovelo, há uma ferida aberta e dilacerada. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. Gran desgarro de la articulación del codo en una muchacha de 19 años, atropellada por un auto. Simultáneamente, fractura transversal abierta del húmero y otra igual del radio (véase figuras 162 a 165). A su ingreso estaba muy desangrada y conmocionada. Después de la anestesia local se le practicó una inyección intravenosa de suero fisiológico. En la cara anterior del codo una herida de 23 cm. de largo que interesa piel, músculos y la articulación. Los músculos están arrancados del húmero, la arteria cubital desgarrada. Ligadura de la misma. Los nervios están denudados, pero no lesionados. En la herida se aprecian ambas fracturas. La articulación del codo está ampliamente abierta en su cara anterior, la cápsula articular falta. En el dorso de la mano una herida contusa, de 4×2 cm., con sección de los tendones extensores del segundo y tercer dedos.
[MJFL-2016-08-0085.006] RADIOGRAFIA DO ANTEBRAÇO E COTOVELO
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta duas imagens, lado a lado, que mostram o antebraço e a articulação do cotovelo. Na imagem da esquerda, é possível identificar o rádio e a ulna (ossos do antebraço) vistos em toda a sua extensão na projeção lateral, enquanto na imagem da direita, o foco principal é o úmero (osso do braço). A cabeça do úmero e a articulação glenoumeral (ombro) estão visíveis na parte superior. Nas duas imagens, possuem a letra "D" localizadas na parte superior e inferior das imagens.
[MJFL-2016-08-0085.007] LESÃO DO BRAÇO APÓS INTERVENÇÃO (Fig. 160)
Negativo de vidro. Em seu centro, apresenta uma única imagem que mostra uma grave lesão no antebraço sendo tratada em um ambiente cirúrgico e após limpeza da ferida. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição em espanhol: "Fig. 160. El mismo caso de la figura 159, después de la minuciosa escisión. El estrecho colgajo cutáneo tiene pedículo periférico; los músculos que estaban adheridos fueron extirpados".
[MJFL-2016-08-0085.008] LESÃO DO BRAÇO APÓS SUTURA (Fig. 161)
Negativo de vidro. Em seu centro , apresenta uma única imagem que mostra a mesma lesão do antebraço das imagens anteriores. Nesta imagem, o braço está flexionado e a ferida que estava aberta agora está costurada. Abaixo da imagem, possui a seguinte inscrição: "Fig. 161. El mismo caso de las figuras 159 y 160. En la cara posterior del codo se practicaron dos incisiones relajadoras de 12 cm. de largo, una del lado interno, la otra del lado externo. Así pudo ser deslizada hacia delante la piel de ambos lados, estando el codo en flexión, y con ayuda del colgajo anterior se consiguió cerrar la herida primitiva, después de haber colocado cuatro desagües. Luego escisión y sutura de la herida del dorso de la mano. Vendaje enyesado con ventanas y férula de abducción. Curó sin supurar."
Dimensões
Largura (cm)
13,20
Altura (cm)
2,30
Profundidade (cm)
9,60
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
Condições de reprodução
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