Registro Visual
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MJFL-2016-08-0065Baixar
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de quatro radiografias do antebraço. As duas imagens da esquerda mostram um antebraço com fraturas nos ossos rádio e ulna. As fraturas são visivelmente complexas, com fragmentos ósseos deslocados e separados. As fraturas parecem estar no terço médio ou inferior do antebraço. As duas imagens da direita mostram o mesmo antebraço após uma intervenção cirúrgica e o processo de consolidação. Os fragmentos ósseos foram alinhados e fixados com o uso de fios de metal. É possível ver os fios enrolados em espiral em torno dos ossos fraturados, unindo os fragmentos. O arranjo dos fios sugere uma sutura óssea. Abaixo das imagens, possui a seguinte inscrição em espanhol: "Figs. 207 y 208. Roentgenografias de las figuras 202 y 203. Los fragmentos periféricos están dislocados dorsal y cubitalmente en toda el área de su sección diafisaria. Las partes blandas están muy desgarradas. Figs. 209 y 210. Roentgenogramas de comprobación de las roentgenografías de las figuras 207 y 208, diez meses después. Dos meses después del traumatismo se refrescaron en grada y se acortaron los extremos de los cuatro fragmentos, suturándolos luego con dos alambres inoxidables para cada hueso. Consolidación ósea en buena posición.".
Coleção
Número de Registro
MJFL-2016-08-0065
Denominação
Título
Radiografias do antebraço (Figura 207 e 208)
Tipo de título
Classificação
06 Objetos de Atividades Artísticas > 6.2 Objetos Associados à Fotografia > 6.2.4 Suportes de fotografia
Descrição
Lâmina de vidro. Em seu centro, apresenta uma sequência de quatro radiografias do antebraço. As duas imagens da esquerda mostram um antebraço com fraturas nos ossos rádio e ulna. As fraturas são visivelmente complexas, com fragmentos ósseos deslocados e separados. As fraturas parecem estar no terço médio ou inferior do antebraço. As duas imagens da direita mostram o mesmo antebraço após uma intervenção cirúrgica e o processo de consolidação. Os fragmentos ósseos foram alinhados e fixados com o uso de fios de metal. É possível ver os fios enrolados em espiral em torno dos ossos fraturados, unindo os fragmentos. O arranjo dos fios sugere uma sutura óssea. Abaixo das imagens, possui a seguinte inscrição em espanhol:
"Figs. 207 y 208. Roentgenografias de las figuras 202 y 203. Los fragmentos periféricos están dislocados dorsal y cubitalmente en toda el área de su sección diafisaria. Las partes blandas están muy desgarradas.
Figs. 209 y 210. Roentgenogramas de comprobación de las roentgenografías de las figuras 207 y 208, diez meses después. Dos meses después del traumatismo se refrescaron en grada y se acortaron los extremos de los cuatro fragmentos, suturándolos luego con dos alambres inoxidables para cada hueso. Consolidación ósea en buena posición.".
Dimensões
Largura (cm)
10
Altura (cm)
8,5
Material / Técnica
Comentários/Dados Históricos
A técnica de negativos de vidro sucedeu à daguerreotipia, inventada pelo cenógrafo e pintor francês Louis-Jacques Mandè Daguerre (1787-1851). Os primeiros negativos de vidro, datam de 1848, usavam albumina, uma proteína da clara de ovo, para fazer os sais de prata aderir ao vidro. A foto exigia uma exposição de 5 a 15 minutos.
Em 1851, o escultor inglês Frederich Scott Archer (1813-1857) inovou ao substituir a albumina por colódio, uma mistura de nitrato de celulose, éter e álcool. O fotógrafo banhava cada placa com uma emulsão gelatinosa com nitrato de celulose diluído em éter e álcool, colocava cada placa na câmera sobre um tripé e tinha de fazer a foto antes de a gelatina secar.
Referências
REVISTA PESQUISA FAPESP. Negativos de vidro retratam a ciência do início do século XX. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/negativos-de-vidro-retratam-a-ciencia-do-inicio-do-seculo-xx/. Acesso em: 24 jul. 2025.
Palavras-chave
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