Registro Visual
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Pingente de formato quadrado com bordas arredondadas, banho metal na cor prateada e em alto relevo. Em uma de suas faces possui a imagem centralizada de Santo Agostinho de Hipona e abaixo possui a seguinte inscrição “S. AGUSTINUS O. P. N.” (S. Agostinho Rogai por Nós). Já em sua outra face possui a imagem da Virgem Maria com jesus no colo rodeada de anjos, e acima a frase “M. Consolationis O.P.N” (Mãe da Consolação, Rogai por Nós).
Anexos
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MJFL-2018-18-0038 V
Coleção
Número de Registro
MJFL-2018-18-0038
Título
Pingente Santo Agostinho
Tipo de título
Classificação
03 Objetos de Uso Pessoal > 3.1 Adornos Corporais > 3.1.4 Adornos corporais associados ao tronco
Descrição
Pingente de formato quadrado com bordas arredondadas, banho metal na cor prateada e em alto relevo. Em uma de suas faces possui a imagem centralizada de Santo Agostinho de Hipona e abaixo possui a seguinte inscrição “S. AGUSTINUS O. P. N.” (S. Agostinho Rogai por Nós). Já em sua outra face possui a imagem da Virgem Maria com jesus no colo rodeada de anjos, e acima a frase “M. Consolationis O.P.N” (Mãe da Consolação, Rogai por Nós).
Dimensões
Largura (cm)
1,6
Altura (cm)
2,8
Comentários/Dados Históricos
SANTO AGOSTINHO
Agostinho de Hipona ou Santo Agostinho foi um escritor, filósofo e teólogo da Antiguidade Tardia, além de bispo na cidade de Hipona, no norte da África romana. Nasceu em 13 de novembro de 354 d.C., na então província romana da Numídia, região correspondente à atual Argélia. Aos onze anos foi enviado para estudar literatura e oratória e, aos 17 anos, seguiu para Cartago, onde estudou retórica.
Ainda jovem, Agostinho aderiu ao maniqueísmo, doutrina religiosa fundada por Mani no século III, que explicava a realidade a partir de uma oposição entre dois princípios eternos: o bem, associado à luz, e o mal, associado às trevas. Essa visão dualista oferecia uma resposta à questão da origem do mal, tema que permaneceria central em sua obra posterior. Mais tarde, em Milão, teve contato com o neoplatonismo. Em 387 d.C. foi batizado pelo bispo Ambrósio de Milão. Em 396 d.C., Agostinho tornou-se bispo de Hipona, cargo que ocupou até sua morte, em 430 d.C. Nesse período, produziu algumas de suas obras mais importantes, como Confissões e A Cidade de Deus, nas quais desenvolveu reflexões sobre tempo, memória, liberdade humana, pecado original e a relação entre fé e razão.
NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO
“Mãe da Consolação” ou “Consoladora dos Aflitos” é um dos nomes atribuídos a Maria, mãe de Jesus, especialmente venerado pela Ordem de Santo Agostinho. Maria é apresentada como figura que vivenciou a dor ligada à morte de Jesus e, a partir dessa experiência, tornou-se símbolo de consolo para situações de aflição. Em Bolonha, a confraria de Santo Agostinho adotou, no século XVI, a denominação de Nossa Senhora da Consolação e em 1576, a associação foi elevada à condição de arquiconfraria pelo papa Gregório XIII.
Referências
A VIRGEM MARIA. A12 - Academia, [S. l.], [20--]. Disponível em: http://www.a12.com/academia/artigos/a-virgem-maria-1. Acesso em: 25 jul. 2025. | CELESNAH, Xavana. Santo Agostinho: vida e obra do filósofo e teólogo cristão. Casa do Saber, 2025. Disponível em: https://www.casadosaber.com.br/autores/santo-agostinho . Acesso em: 22 dez. 2025. | WIKIPEDIA. Madre della Consolazione. Wikipedia: l’enciclopedia libera. Disponível em: https://it.wikipedia.org/wiki/Madre_della_Consolazione#:~:text=Madre%20della%20consolazione%2C%20o%20anche,Maria%2C%20madre%20del%20Signore%20Gesù . Acesso em: 22 dez. 2025.
Palavras-chave
Adorno Pessoal | Catolicismo | Culto aos Santos | Imagem devocional | Medalha | Metal | Objeto de uso pessoal
Condições de reprodução
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